A Discoteca de Carlos Imperial
Socorro, estou preso no final dos anos 70. minha obssesão pela década da qual só vivi 4 anos de minha vida [e influenciou minha absorção de Cultura Pop na década seguinte] está crescendo a cada dia. por conta do grande livro do Denilson Monteiro - “10, NOTA 10″, biografia de Carlos Imperial - estou mergulhando cada vez mais na cultura da época. mas ó, a primeira frase do post é zoeira, tô adorando.
por mais que ele tenha atuado como produtor musical, cinematográfico, ator e apresentador de tv desde os anos 50, são as comédias malucas [praticamente criadoras do estilo pornochanchada, cujo lançamento em DVD está sendo estudado pelo autor do livro junto com a família] e o PROGRAMA CARLOS IMPERIAL, difusor da disco[teche] no país, que têm me atraído.
deuzabençõe o canal MofoTV por me proporcionar esses registros. se liga nas vinhetas da Tupi \ TVS \ SBT antes do programa; daria pra fazer uma versão brasileira do clipe DVNO do Justice. até a porra do aviso da Censura tem seu charme olhando hoje em dia, dentro daquele contexto e falando do ponto de vista estético apenas.
a gostosa no vídeo abaixo é a cantora Rosana:
entrada:
Gretchen era GATA, praticamente uma Vampirella brasileira:
apresentação das Lebres do Imperial, as dançarinas do programa:
Celma e Célia, gêmeas da Turma da Pesada, investindo na Disco:
Fernando Santos, Disco-Umbanda:
Os Nômades, disco-cigana, seguidos do conjunto Rabo de Saia:
Dudu França - Grilo na Cuca [a “polêmica” era porque lembrava “filho da puta”? não sei, mas lembro que essa bombou muito], cuja letra
é do próprio Imperial:
em um os concursos de dança [valendo CR$ 5.000] apareceu um jovem Eri Johnson:
armação de Imperial: fazer a platéia invadir pra agarrar Fábio - seu artista-xodó:
Imperial sempre ia na onda do momento, mas não esquecia as raízes roqueiras, até porque o Glam Rock tava na moda, hehe:
que flertava com a disco através de grupos com o hippie Superbacana. se liga na vinheta da Tupi com o barulhinho de CONTATOS IMEDIATOS DE 3º GRAU, que a Rede Manchete herdaria:
e Imperial mantinha suas ligações carnavalescas com o Samba: Nega Tanajura e Rico Medeiros:
a música de abertura é “Sábado Alucinante”, composta por Imperial e a banda Black Rio + a Sonia Santos na voz, que pode ser ouvida na íntegra nessa cena com Sandra Bréa em filme de mesmo nome:
escreve 





