by Joe Bowen is my favourite Zuda entry of November. and competition ends today. i came in late to read them and had to go through the previous couple of competitions just because i wanted to know what was going on. this month’s entries and October’s have been pretty weak, but i think MODEL STUDENT is a very good one. it feels pretty original and the pace is great. a shame it’s ranked 4 at the moment.
Kevin Burke just can’t seem to stop fighting. As a result, he’s having a really hard time getting an education.
After Kevin gets himself kicked out of three high schools, his grandfather gives him one more chance and sends him to the prestigious Vendrell Academy. It’s one of the toughest high schools in the nation. Kevin might just be in over his head.
As Kevin wrestles with his own temper, he will meet a whole new group of teenagers. Some of them deserve beatings, and some of them don’t. Kevin just wants to be a model student. Maybe, this time, he can do it.
Or, maybe not.
acordei meio pra baixo hoje. não sei se foi um pesadelo que tive ou porque fiquei boa parte do final do domingo ouvindo the xx, que vc já deve conhecer se é indie moderno [que conhece tudo antes, sempre].
eles são ingleses, são jovens [de 20 anos] tímidos e sensíveis, só aparecem vestidos de preto com correntes douradas, têm corte de cabelos istaile e mais importante: fazem um som muito delicado, calcado em melodias lindas [e batidas feitas ao vivo pelo moleque em duas MPCs (!), quase do mesmo jeito que o Sany Pitbull e o João Brasil fazem] costuradas por vozes em volume baixo, quase sussurradas. se segurar a banda com muita força pode até quebrar. num primeiro momento reducionista diria que são praticamente góticos.
mas são mais que isso. não dá hoje em dia pra dizer que são “tal coisa” - em 2009 é mais do que evidente que alguém nunca é só uma coisa, é uma mistura de referências sem fim. e isso é ótimo, dizer que “fulano é isso” e nada mais é coisa de jornalista preguiçoso. o Rapha se ligou que eles parecem ser do Brooklyn [NY] e não ingleses, e isso é uma grande chave - maior do que a que o Oliver costuma carregar pendurada no pescoço - pra entender que a mistura de referências faz deles algo mais rico do que “ah,são góticos”. claro, tem Cocteau Twins [que eu amo] ali, tem Mazy Star [que não suporto muito], mas tem bem mais coisas - tem eles mesmos.
quando comecei a ler sobre eles em vários sites \ blogs e me ligar que algo estava acontecendo, fui ouvir e me surpreendi. pensei que era um som agitado e talvez barulhento, ou pelo menos forte. talvez fosse minha cabeça voltada pra sons de pista trabalhando. é muito devagar o negócio, e achei chatíssimo, sonífero. a Annix falou pra mim “é the zzZZ” e sim, é maior som de soninho. não tenho muita paciência, não é pra toda hora. isso de cara me afastou - deve ser essa cabeça voltada pra pista mesmo, que procura sons mais acelerados e pra cima. tive de fuçar bastante até achar esse remix fodão do Rory Phillips pra ‘Crystalized’ que transforma a música quase em um tecnopop a la New Order.
mas aí nesse fim de semana comecei a ouvir mais o remix e fui atrás das outras músicas. e a ver um monte de vídeos. e fui fisgado. merda. apesar do hype, do pacote criado pra vender no frenético mercado inglês - e americano - eles não são assim à toa. preciso ler com calma as letras todas mas sinto que essa sensibilidade deles não é um act, rola uma vontade de se expressar ali, de botar pra fora suas impressões desse mundo feio e bizarro que é a Vida pelos olhos de um [pós-]adolescente.
ele mistura os estilos de Michael Moore [investigação, contexto histórico e denúncia, mas sem o histrionismo dele] e Morgan Spoorlock [a diretora Adriana Dutra aparece como cobaia na tentativa de parar de fumar].
após a exibição houve um debate entre a a platéia, a carioca Adriana e as representantes da Aliança de Controle ao Tabagismo. há um momento triste no filme em que produtores de tabaco no Sul contam como é difícil a vida e como às vezes o suicídio do dono da fazenda é a saída pra quitar as dívidas da família que as produtoras de cigarro geram através de subsídios que se mostram uma armadilha.
alguém comentou que isso era motivo pra muita gente se comover e parar de fumar. eu fiz umas perguntas, falei que “toco na noite” como DJ [eu sei que o termo é ridículo, me dá um desconto], que estava adorando a proibição de fumo em lugar fechado e que achava difícil fumantes se comoverem com a história das famílias porque o vício em nicotina é muito forte e precisou a lei ameaçar o bolso pras pessoas se tocarem.
aí me convidaram pra dar depoimento na versão seriada pra TV do documentário, com cada episódio focando um dos temas. sim, o meu é “Fumantes Passivos” [pode rir] e eu comentei na frente de um bar como era tocar antes da Lei Antifumo passar e depois [o documentário foi finalizado antes de a lei paulista entrar em vigor e queriam deixar ele mais completo].
a Adriana e seu câmera da produtora Inffinito foram muito legais e espero que eu não fique muito ridículo na edição, haha. aí embaixo tem a descrição do episódio e o horário de reprise. pelo que ela me contou parece que no começo de 2010 deve sair em DVD.
algumas pessoas já me disseram que tá rolando uma chamada em que apareço… já tô com vergonha há dias por antecipação, hehehe. se alguém conseguir ver e gravar me avisa, porque no nosso plano na NET em SP não temos o Canal Brasil [um dos meus favoritos da grade, diga-se de passagem].
A eterna briga entre fumantes e não fumantes ganha força a cada nova lei de restrição ao uso do cigarro. O público conhece os danos sofridos pelos fumantes passivos, além de ser apresentado a um panorama extenso acerca das novas regras e estatutos.
Horario(s): duração: 25 min
25/11 - 21:00
29/11 - 10:30
tenho evitado me cadastrar em mais redes sociais, mas o Orangotag é um mediatracker bem útil: vc usa pra acompanhar as séries de TV que assiste e marcar o que já viu.
ele te avisa quando tem episódios novos das séries que vc acompanha e vc vai marcando se já viu ou não. pode parecer chato pra alguns um site te avisando que vc tá atrasado com algum “compromisso”, mas parece que dá pra controlar como isso acontece.
você pode adicionar como amigo\contato pessoas que conhece e\ou desconhecidos com gosto comum. é o substituto do antigo caderno \ agenda pra se organizar com isso. neste futuro em que séries acabam tendo quase tanta importância [ou mais ainda] que os filmes, cai muito bem.
o Orangotag foi desenvolvido e é mantido pelo brasileiro Spiceee, cujo twitter se vc não segue está perdendo.
this June post has a couple of character sketches. here’s hoping Marvel doesn’t sue me thinking that I swiped this HITMAN MONKEY by Daniel Way - who clearly swiped this lolcat macro, haha.